O psicoterapeuta Jordan Campos, autor de quatro livros, formado em filosofia com pós graduação em psicoterapia clínica é alvo de uma operação do Ministério Público da Bahia, chamada Operação Catarse, que aconteceu na última terça (26) em Salvador, mira o trabalho do psicoterapeuta. A operação leva o nome de um projeto terapêutico que o psicoterapeuta havia iniciado na cidade de Salvador, onde o mesmo reunia pessoas em um hotel na cidade para uma “vivência catarse”, com o objetivo de liberar emoções reprimidas, segundo informações coletadas no próprio site do projeto.
O alvo da operação é suspeito de crimes como violação s3xual mediante fraude, assédio s3xual e estelionato contra mulheres que eram pacientes dele ou alunas em formação.
Segundo investigação do Ministério Público, o psicoterapeuta utilizava de sua posição de autoridade profissional para identificar mulheres em situação de vulnerabilidade psicológica, onde estabelecia relações de dependência emocional, a partir daí, desvirtuava o vínculo terapêutico para obter vantagens de natureza s3xual e patrimonial.
Ainda a investigação aponta que o psicoterapeuta influenciou paciente a transferir R$345 mil para contas dele.



