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	<title>INDUSTRIALIZAÇÃO DA BAHIA &#8211; Valenciando</title>
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	<description>Notícias atualizadas de Valença, Bahia e região!</description>
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	<title>INDUSTRIALIZAÇÃO DA BAHIA &#8211; Valenciando</title>
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		<title>Alagoinhas cresce como um novo eixo de industrialização da Bahia</title>
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		<pubDate>Sat, 30 May 2026 17:58:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A interiorização da economia baiana ganhou novos contornos nos últimos anos, e Alagoinhas desponta como um dos principais exemplos dessa transformação. Impulsionada por uma localização estratégica, abundância hídrica, incentivos fiscais e expansão da infraestrutura industrial, a cidade vem atraindo investimentos bilionários e diversificando sua matriz econômica para além do tradicional setor de bebidas. Conhecida nacionalmente como a “capital da cerveja”, Alagoinhas reúne hoje operações ligadas aos segmentos de bebidas, saúde, construção civil, petróleo e gás, logística e serviços. O movimento acompanha a tendência apontada pelo estudo Desconcentração Produtiva e Interiorização, do Observatório da Indústria da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), que identifica uma redução da concentração econômica na Região Metropolitana de Salvador (RMS) e o fortalecimento de polos produtivos no interior do estado. Segundo o levantamento, a participação da RMS no Produto Interno Bruto (PIB) baiano caiu de 48,3% em 2009 para 39,4% em 2021. Em paralelo, regiões do interior passaram a registrar crescimento acima da média estadual, impulsionadas por setores como agronegócio, logística, construção civil, energias renováveis e atração de novas indústrias.Com cerca de 151 mil habitantes, Alagoinhas possui aproximadamente 2.601 empresas formais, responsáveis por mais de 6,8 mil empregos industriais. O setor industrial representa 31,34% do PIB municipal, estimado em R$ 5,7 bilhões — o 14º maior da Bahia. A cidade abriga um dos principais centros industriais listados pela Investe Bahia e prepara uma nova etapa de expansão. A Prefeitura definiu duas áreas que somam cerca de 1,7 milhão de metros quadrados para ampliação do parque industrial, às margens das BRs 110 e 101, nas regiões de Narandiba e Boa União. A expectativa da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Emprego (SDEE) é que o novo parque entre em operação até dezembro deste ano. O município entrou na rota de insumos hospitalares, recentemente, com a chegada da multinacional Pion G Plus, que inaugurou uma fábrica focada em produtos médico-odontológicos. A cidade também atraiu investimentos como o da Otimiza Concretos, impulsionando a infraestrutura e gerando centenas de empregos diretos e indiretos. Para atrair novos empreendimentos, o município vem oferecendo incentivos que incluem redução de até 50% nas alíquotas de ISS e IPTU. A localização geográfica é considerada um dos principais diferenciais competitivos. Cortada por importantes rodovias federais e próxima de centros como Salvador, Feira de Santana e o Recôncavo Baiano, Alagoinhas se tornou um ponto estratégico para distribuição de mercadorias e atendimento industrial. Água de qualidade impulsiona setor de bebidas A vocação industrial da cidade ganhou força principalmente com o setor de bebidas. Grandes grupos seguem ampliando operações no município, entre eles a Indústria São Miguel (ISM) e o Grupo Petrópolis. Gerente industrial da ISM em Alagoinhas, o peruano Richard Coronado afirma que a qualidade da água foi decisiva para a implantação da fábrica na cidade, em 2012. “Essa é a melhor água com que já trabalhei em todas as fábricas do grupo. Ela é captada do subsolo e vai diretamente para as garrafas, sem necessidade de tratamento prévio”, revelou. Na prática, a excelente qualidade da água impacta diretamente na redução e custos da operação. “Com tratamento químico, até água do mar fica potável, mas é um processo caro”, explica Coronado. Atualmente, a planta produz entre 15 e 16 milhões de litros de bebidas por mês e opera com três linhas de produção em funcionamento. Uma quarta linha está sendo instalada para ampliar a capacidade em até cinco milhões de litros mensais. A unidade produz refrigerantes, energéticos, sucos e água mineral em embalagens plásticas e abastece mercados como Salvador, Feira de Santana, Juazeiro, Maceió e Ilhéus. Segundo Coronado, a fábrica opera 24 horas por dia, sete dias por semana, e emprega 317 trabalhadores diretos e indiretos na área industrial. Considerando também as áreas comercial, de distribuição e demais operações, totaliza 701 colaboradores diretos. Apesar do crescimento, o executivo aponta desafios relacionados à qualificação da mão de obra e à alta rotatividade de funcionários. Parte dos novos operadores contratados para a expansão da fábrica foi capacitada por meio de parceria com o SENAI. Petróleo e gás movimentam novo nicho industrial Outro setor que vem fortalecendo a economia local é o de petróleo e gás. Instalada em Alagoinhas desde 2015, a Nova Coating atua em um nicho altamente especializado: revestimentos anticorrosivos para tubos utilizados na extração de petróleo. Engenheiro de Produção e gestor de projetos da empresa, Leandro Faleta explica que a operação atende praticamente todas as operadoras petrolíferas do país, incluindo a Petrobras. “Os tubos utilizados nos poços de petróleo chegam a profundidades entre mil e três mil metros. O petróleo bruto possui uma composição extremamente agressiva, que provoca corrosão acelerada no aço carbono. Nosso trabalho é aplicar revestimentos que aumentam a vida útil desses equipamentos”, afirmou. Segundo ele, um tubo sem revestimento pode durar apenas seis meses em determinados poços. Com o tratamento realizado pela empresa, a durabilidade pode chegar a até três anos, reduzindo custos operacionais milionários para as petroleiras. A planta de Alagoinhas recebe tubos vindos de diversos estados do país para beneficiamento e redistribuição. A empresa possui cerca de 45 funcionários fixos e filiais em Sergipe e São Sebastião do Passé. Para Faleta, a escolha de Alagoinhas teve relação direta com fatores logísticos e estruturais. “Aqui conseguimos atender melhor toda a operação do Nordeste. Estamos próximos dos campos de petróleo da Bahia e também temos uma rede de fornecedores, hotelaria, serviços e infraestrutura que facilitam a operação industrial”, explicou. A empresa mantém parceria com o Sistema FIEB e o SENAI para capacitação profissional e formação técnica de jovens aprendizes. Indústria cerâmica é elo importante na cadeia produtiva da Construção Civil O crescimento do setor imobiliário e da construção civil também impulsiona a atividade industrial no município. Um dos exemplos é a Cerâmica Santana, instalada em Alagoinhas desde 2004. O administrador da empresa, Leonardo Alves, afirma que a escolha pela cidade ocorreu após estudos que identificaram a qualidade da argila da região e a posição estratégica para distribuição. “Nós conseguimos atender Salvador, Feira de Santana, o Recôncavo, parte do sul da Bahia e]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A interiorização da economia baiana ganhou novos contornos nos últimos anos, e Alagoinhas desponta como um dos principais exemplos dessa transformação. Impulsionada por uma localização estratégica, abundância hídrica, incentivos fiscais e expansão da infraestrutura industrial, a cidade vem atraindo investimentos bilionários e diversificando sua matriz econômica para além do tradicional setor de bebidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conhecida nacionalmente como a “capital da cerveja”, Alagoinhas reúne hoje operações ligadas aos segmentos de bebidas, saúde, construção civil, petróleo e gás, logística e serviços. O movimento acompanha a tendência apontada pelo estudo Desconcentração Produtiva e Interiorização, do Observatório da Indústria da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), que identifica uma redução da concentração econômica na Região Metropolitana de Salvador (RMS) e o fortalecimento de polos produtivos no interior do estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o levantamento, a participação da RMS no Produto Interno Bruto (PIB) baiano caiu de 48,3% em 2009 para 39,4% em 2021. Em paralelo, regiões do interior passaram a registrar crescimento acima da média estadual, impulsionadas por setores como agronegócio, logística, construção civil, energias renováveis e atração de novas indústrias.<br>Com cerca de 151 mil habitantes, Alagoinhas possui aproximadamente 2.601 empresas formais, responsáveis por mais de 6,8 mil empregos industriais. O setor industrial representa 31,34% do PIB municipal, estimado em R$ 5,7 bilhões — o 14º maior da Bahia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cidade abriga um dos principais centros industriais listados pela Investe Bahia e prepara uma nova etapa de expansão. A Prefeitura definiu duas áreas que somam cerca de 1,7 milhão de metros quadrados para ampliação do parque industrial, às margens das BRs 110 e 101, nas regiões de Narandiba e Boa União. A expectativa da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Emprego (SDEE) é que o novo parque entre em operação até dezembro deste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O município entrou na rota de insumos hospitalares, recentemente, com a chegada da multinacional Pion G Plus, que inaugurou uma fábrica focada em produtos médico-odontológicos. A cidade também atraiu investimentos como o da Otimiza Concretos, impulsionando a infraestrutura e gerando centenas de empregos diretos e indiretos. Para atrair novos empreendimentos, o município vem oferecendo incentivos que incluem redução de até 50% nas alíquotas de ISS e IPTU.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A localização geográfica é considerada um dos principais diferenciais competitivos. Cortada por importantes rodovias federais e próxima de centros como Salvador, Feira de Santana e o Recôncavo Baiano, Alagoinhas se tornou um ponto estratégico para distribuição de mercadorias e atendimento industrial.<br><br><strong>Água de qualidade impulsiona setor de bebidas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A vocação industrial da cidade ganhou força principalmente com o setor de bebidas. Grandes grupos seguem ampliando operações no município, entre eles a Indústria São Miguel (ISM) e o Grupo Petrópolis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Gerente industrial da ISM em Alagoinhas, o peruano Richard Coronado afirma que a qualidade da água foi decisiva para a implantação da fábrica na cidade, em 2012. “Essa é a melhor água com que já trabalhei em todas as fábricas do grupo. Ela é captada do subsolo e vai diretamente para as garrafas, sem necessidade de tratamento prévio”, revelou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, a excelente qualidade da água impacta diretamente na redução e custos da operação. “Com tratamento químico, até água do mar fica potável, mas é um processo caro”, explica Coronado. Atualmente, a planta produz entre 15 e 16 milhões de litros de bebidas por mês e opera com três linhas de produção em funcionamento. Uma quarta linha está sendo instalada para ampliar a capacidade em até cinco milhões de litros mensais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A unidade produz refrigerantes, energéticos, sucos e água mineral em embalagens plásticas e abastece mercados como Salvador, Feira de Santana, Juazeiro, Maceió e Ilhéus. Segundo Coronado, a fábrica opera 24 horas por dia, sete dias por semana, e emprega 317 trabalhadores diretos e indiretos na área industrial. Considerando também as áreas comercial, de distribuição e demais operações, totaliza 701 colaboradores diretos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do crescimento, o executivo aponta desafios relacionados à qualificação da mão de obra e à alta rotatividade de funcionários. Parte dos novos operadores contratados para a expansão da fábrica foi capacitada por meio de parceria com o SENAI.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Petróleo e gás movimentam novo nicho industrial</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro setor que vem fortalecendo a economia local é o de petróleo e gás. Instalada em Alagoinhas desde 2015, a Nova Coating atua em um nicho altamente especializado: revestimentos anticorrosivos para tubos utilizados na extração de petróleo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Engenheiro de Produção e gestor de projetos da empresa, Leandro Faleta explica que a operação atende praticamente todas as operadoras petrolíferas do país, incluindo a Petrobras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os tubos utilizados nos poços de petróleo chegam a profundidades entre mil e três mil metros. O petróleo bruto possui uma composição extremamente agressiva, que provoca corrosão acelerada no aço carbono. Nosso trabalho é aplicar revestimentos que aumentam a vida útil desses equipamentos”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, um tubo sem revestimento pode durar apenas seis meses em determinados poços. Com o tratamento realizado pela empresa, a durabilidade pode chegar a até três anos, reduzindo custos operacionais milionários para as petroleiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A planta de Alagoinhas recebe tubos vindos de diversos estados do país para beneficiamento e redistribuição. A empresa possui cerca de 45 funcionários fixos e filiais em Sergipe e São Sebastião do Passé. Para Faleta, a escolha de Alagoinhas teve relação direta com fatores logísticos e estruturais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Aqui conseguimos atender melhor toda a operação do Nordeste. Estamos próximos dos campos de petróleo da Bahia e também temos uma rede de fornecedores, hotelaria, serviços e infraestrutura que facilitam a operação industrial”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa mantém parceria com o Sistema FIEB e o SENAI para capacitação profissional e formação técnica de jovens aprendizes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Indústria cerâmica é elo importante na cadeia produtiva da Construção Civil</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento do setor imobiliário e da construção civil também impulsiona a atividade industrial no município. Um dos exemplos é a Cerâmica Santana, instalada em Alagoinhas desde 2004.<br><br>O administrador da empresa, Leonardo Alves, afirma que a escolha pela cidade ocorreu após estudos que identificaram a qualidade da argila da região e a posição estratégica para distribuição. “Nós conseguimos atender Salvador, Feira de Santana, o Recôncavo, parte do sul da Bahia e a região norte do estado com facilidade logística”, afirmou.<br><br>A empresa emprega atualmente cerca de 120 funcionários e produz aproximadamente 1,7 milhão de peças por mês. Uma segunda unidade, atualmente desativada, passa por manutenção e deve retomar as operações até o início do próximo ano, ampliando a capacidade produtiva para cerca de dois milhões de peças mensais.<br><br>Leonardo destaca que o crescimento econômico da cidade é perceptível no cotidiano. “Você vê muitos caminhões circulando, o comércio evoluindo, novos serviços surgindo. É uma cidade efervescente e que tem muito potencial de crescimento”, disse.<br><br>Ele ressalta, no entanto, que melhorias em infraestrutura rodoviária ainda são necessárias, especialmente na duplicação do trecho entre Feira de Santana e Alagoinhas e na manutenção das estradas da região.<br><br>O avanço industrial vem sendo acompanhado pelo crescimento do comércio, do setor de serviços e da educação superior. O município conta atualmente com sete escolas técnicas e sete instituições de ensino superior, incluindo cursos nas áreas de Direito e saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sistema FIEB fortalece desenvolvimento industrial em Alagoinhas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento industrial de Alagoinhas conta com o apoio direto das entidades do Sistema FIEB, por meio de ações voltadas à qualificação profissional, inovação, saúde e segurança do trabalho e fortalecimento da competitividade industrial. Na avaliação da gerente de Relações Institucionais da FIEB na Regional Nordeste, Renata da Purificação Pinto, o fortalecimento do parque industrial de Alagoinhas está diretamente associado ao apoio estruturado às empresas locais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;“O Sistema FIEB tem atuado de forma integrada junto às indústrias da região, oferecendo soluções em saúde e segurança do trabalho, qualificação profissional, serviços de tecnologia e inovação, além de iniciativas de inserção e desenvolvimento de talentos para o mercado de trabalho”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;As ações também contemplam o desenvolvimento de competências alinhadas às demandas produtivas. “Por meio das entidades que compõem o Sistema, contribuímos tanto para a formação de mão de obra qualificada quanto para a melhoria das condições de trabalho e o aumento da competitividade das empresas, fortalecendo o ambiente industrial e impulsionando o desenvolvimento regional”, acrescenta Renata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas instaladas no município destacam a parceria com o SENAI Bahia na formação de mão de obra especializada para atender à expansão das operações industriais. A Indústria São Miguel (ISM), por exemplo, capacitou recentemente profissionais para atuar na nova linha de produção da fábrica por meio de cursos realizados em parceria com a instituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Nova Coating também mantém cooperação com o SENAI Alagoinhas em programas de aprendizagem industrial, estágios e cursos técnicos voltados à qualificação de trabalhadores da área industrial e de manutenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da formação profissional, as empresas ressaltam o suporte oferecido pelo SESI em iniciativas de saúde ocupacional e qualidade de vida. A Cerâmica Santana realizou, em parceria com o Sistema FIEB, campanha de vacinação contra a gripe para os colaboradores da unidade. Outro destaque citado pelas indústrias é o apoio técnico em ações de segurança do trabalho, palestras, SIPATs e capacitações internas voltadas ao ambiente industrial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Observatório da Indústria da FIEB também contribui com estudos econômicos e levantamento de dados estratégicos sobre o desenvolvimento regional, auxiliando empresas e gestores públicos na formulação de políticas de expansão industrial e atração de investimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Sistema FIEB</p>
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