A polilaminina, uma versão modificada da laminina — proteína naturalmente presente no organismo e essencial para a sustentação dos tecidos e a atividade dos neurônios — tem se destacado como promessa no campo da regeneração nervosa.
Estudos realizados por pesquisadores brasileiros e divulgados por instituições como a Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro apontam que a substância é capaz de estimular o crescimento de fibras nervosas e favorecer a reconexão de circuitos interrompidos em decorrência de lesões.
Nos testes iniciais, ainda com uma formulação restrita ao ambiente laboratorial, a aplicação da polilaminina possibilitou a recuperação de movimentos em um pequeno grupo de pacientes, além de apresentar resultados positivos também em cães submetidos ao tratamento.




